6 semanas de gestação

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As mulheres normalmente descobrem que estão grávidas no período entre a quarta e a sétima semana da gestação.

Sexta semana de gravidez e alterações no peso

Somente na sexta semana da gestação é que começa a haver alterações no peso da mulher.

Enquanto que algumas mulheres notarão ganho de peso, outras podem emagrecer. As duas situações são normais.

Havendo ganho de peso, ele é devido principalmente a um inchaço natural do corpo da mulher se preparando para a gestação, pois o bebê é ainda muito pequeno.

Quanto à perda de peso, quando ocorre, é devida aos enjoos e a algumas mudanças no paladar que alteram hábitos alimentares. Alguns alimentos que antes a mulher gostava podem passar a causar náusea. Alguns cheiros, antes bem tolerados, também podem passar a dar enjoo.

O corpo da mulher na sexta semana da gestação

O corpo da mulher continua a sofrer certas alterações. A principal delas é o inchaço dos seios, que já vem sendo percebido desde a quarta semana. Esse inchaço é acompanhado de sensibilidade à dor e escurecimento das auréolas.

Sintomas na sexta semana da gravidez

É bastante comum a grávida ter azia e queimação estomacal, sensações típicas de refluxo gastroesofágico.

Sangramento na sexta semana da gestação

O sangramento que às vezes acompanha o processo de nidação pode ainda ocorrer, acompanhado ou não de cólicas parecidas com as cólicas menstruais. Isso é normal e não há motivos para preocupação. Esse sangramento é bem pequeno; são gotas de sangue percebidas na roupa íntima ou só no papel higiênico.

De qualquer maneira, recomenda-se comentar isso com o médico.

Sangramento maior, parecido com o período menstrual e/ou cólicas mais fortes que as usuais podem ser sinais de aborto espontâneo.

Tudo deve ser informado ao médico; mesmo que seja algo trivial, é ele quem poderá explicar o que está acontecendo e acalmar a futura mãe. Para o médico, nada será novidade, mas, para a mulher, é tudo novo e pode ser assustador.

No primeiro trimestre da gravidez, existe a chance de aborto espontâneo; quando ele acontece, não é necessariamente motivo de preocupação quanto à possibilidade de engravidar no futuro.

A frustração que a mulher vivencia, muitas vezes a faz sentir que teve culpa ou mesmo buscar algum motivo que ela acredite ter causado o aborto. Porém, na maior parte dos casos, esse é apenas o jeito que a natureza tem de evitar o nascimento de uma pessoa que carregaria algum tipo de má formação. Isso é mais comum do que se imagina, não é culpa da mulher, não foi causado por nenhum de seus hábitos.

Talvez não fiquemos sabendo de tantos desses casos porque muitas vezes esse aborto ocorre antes mesmo da mulher descobrir que estava grávida.

A chance do aborto espontâneo é maior na primeira vez que a mulher engravida.

O bebê na sexta semana da gestação

Internamente, o bebê começa a desenvolver os pulmões. No rosto, estão se formando o nariz e o “céu da boca”, o palato. Nas extremidades dos braços e pernas, ainda bastante rudimentares, vão surgindo divisões que formarão os dedos.

O desenvolvimento do cérebro continua.

O coração do bebê já bate compassadamente e pode, por vezes, já ser detectado no exame de ultrassom transvaginal.

O tamanho do bebê na sexta semana de gestação

Agora o embrião já está bem maior do que na semana anterior. De apenas cerca de três milímetros, ele passa a quase 2 centímetros.

Tipo sanguíneo e eritroblastose fetal

Conhecendo o tipo de sangue da mãe e do pai, pode-se saber quais são as possibilidades de tipo sanguíneo do bebê e as probabilidades associadas a cada uma delas. Caso a mãe tenha fator Rh negativo e o bebê tenha Rh positivo, essa incompatibilidade merece atenção.

Neste caso, o corpo da mãe interpreta o fator Rh do sangue do bebê como um antígeno e produz anticorpos contra ele. Numa primeira gravidez, isso não costuma representar problema, mas os anticorpos anti-Rh continuarão na corrente sanguínea da mulher e, caso ela engravide novamente, e novamente seu bebê tenha Rh positivo, essa incompatibilidade pode ocasionar a chamada eritroblastose fetal.

A gravidade da eritroblastose é variável, podendo causar:

  • anemia;
  • icterícia;
  • problemas neurológicos;
  • crescimento anormal do fígado e do pâncreas.

A eritroblastose pode ser fatal para o bebê durante a gestação ou mesmo depois do nascimento.

Para evitar esse problema em gestações futuras, usa-se a gamaglobulina, administrada na mulher até 72 horas após o parto (ou aborto).

Enjoo da gravidez

Na sexta semana é que a maior parte das mulheres começa a sentir os enjoos da gravidez. Por vezes eles são bastante intensos e podem até mesmo ser causados pelas vitaminas prescritas pelo médico. Caso isso aconteça, antes de desistir das vitaminas, tente tomá-las antes de dormir ou durante a refeição. Se nada disso adiantar, converse com o profissional.